Restauração e alojamento precisam de manter emprego e recuperar os 100 mil postos de trabalho perdidos

De acordo com o INE, no final do primeiro trimestre de 2021, a restauração, similares e alojamento turístico perderam 101.300 postos de trabalho face ao 1º trimestre de 2020. Dados confirmam necessidade de reforço e continuidade de apoios.

O INE acaba de revelar que no final do primeiro trimestre de 2021, a restauração, similares e alojamento turístico tinham um total de 221.400 postos de trabalho. Este dado representa uma redução homóloga de 31,4% face ao 1º trimestre de 2020.

Perante a realidade dramática destes dados, a AHRESP reitera a imperiosa necessidade que tem vindo a defender desde a primeira hora: o reforço e continuidade dos apoios a fundo perdido às empresas das nossas atividades, nomeadamente para a manutenção dos postos de trabalho. Sem estes apoios continuaremos a assistir a uma destruição massiva de emprego e de empresas.

É igualmente da maior importância que estes apoios sejam adequados à estrutura empresarial das nossas atividades económicas, esmagadoramente de micro dimensão (mais de 95%), e que sejam concedidos de forma direta, ágil e simplificada.

Apesar do desconfinamento estar a incentivar o início da retoma na restauração e no alojamento, a situação das nossas empresas ainda é muito preocupante, consequência de mais de um ano com enormes prejuízos. Devem assim ser envidados todos os esforços para se evitarem perdas sociais gravíssimas.

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